Do leitor que se assina Darth Vade, sobre a nota Sangue bom:
Miguel Pinóquio Wanzeller se excedeu ao elogiar seus subordinados. Pois quem já precisou dos serviços da autarquia sabe que existe uma praga sobre o Instituto de Criminalística que atualmente tem a frente o engenheiro Abdon Alberto e anteriormente era ocupado pela bioquimica Maria Nilda Cavalcante.
Ambos, raramente, expedem um laudo em tempo hábil, pois perdem muito tempo com suas brigas, além de outras atividades particulares. Abdon desconta agora o que Nilda fazia: mal aparece por lá, tem os ofícios respondidos por estagiários de qualquer jeito e às vezes nem lê. Só assina.
Wanzeller só foi um tanto injusto com Judysson Allan Oliveira de Brito - esse sim leva a criminalística nas costas. Seus laudos são praticamente impecáveis.
Quanto ao IML, quem manda é o Joubert, que "assumiu" no lugar de Alessandra.
Miguel Pinóquio Wanzeller se excedeu ao elogiar seus subordinados. Pois quem já precisou dos serviços da autarquia sabe que existe uma praga sobre o Instituto de Criminalística que atualmente tem a frente o engenheiro Abdon Alberto e anteriormente era ocupado pela bioquimica Maria Nilda Cavalcante.
Ambos, raramente, expedem um laudo em tempo hábil, pois perdem muito tempo com suas brigas, além de outras atividades particulares. Abdon desconta agora o que Nilda fazia: mal aparece por lá, tem os ofícios respondidos por estagiários de qualquer jeito e às vezes nem lê. Só assina.
Wanzeller só foi um tanto injusto com Judysson Allan Oliveira de Brito - esse sim leva a criminalística nas costas. Seus laudos são praticamente impecáveis.
Quanto ao IML, quem manda é o Joubert, que "assumiu" no lugar de Alessandra.
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