Sangue bom

O diretor do CPC (Centro de Perícias Científicas)/IML no Pará, Miguel Wanzeller, rasgou seda e destilou fartos elogios a 12 servidores do órgão em Santarém.

A turma, segundo verificação do corregedor-geral do Renato Chaves, nunca deixou que laudos esfriassem na geladeira do atraso.

Eis a galera boa no batente:

1. Abdon Alberto Santos, gerente de criminalística; e os peritos

2. Adelina Furtado;

3. Carlos Bentes Santos;

4. Cynara Mota da Silva;

5. Elvis de Oliveira Leite;

6. Hélio Gonçalves;

7. Judysson Allan de Brito;

8. Luiz Fernandes de Oliveira;

9. Maria Nilda Cavalcante;

10. Stael Rejane da Silva;

11. Yara Lucia Lins Jennings;

12. João Batista da Silva Negrão.

Comentários

Anônimo disse…
Miguel Pinóquio Wanzeller, se excedeu ao elogiar seus subordinados. Pois quem já precisou dos serviços da autarquia, sabe que existe uma praga sobre o Instituto de Criminalística que atualmente tem a frente o engenheiro Abdon Alberto e anteriormente era ocupado pela bioquimica Maria Nilda Cavalcante. Ambos raramente expedem um laudo em tempo hábil, pois perdem muito tempo com suas brigas, além de outras atividades particulares. Abdon desconta agora o que Nilda fazia, mal aparece por lá, tem os ofícios respondidos por estagiários de qualquer jeito e às vezes nem lê, só assina. Wanzeller só foi um tanto injusto com Judysson Allan Oliveira de Brito, esse sim leva a Criminalística nas costas. Seus laudos são praticamente impecáveis. Quanto ao IML, quem manda é o Joubert, que "assumiu" no lugar de Alessandra.