Frase do dia

Por que ela não encabeça um movimento contra o sucateamento do curso de Direito na UFPA de Santarém e pede mais investimentos por parte do governo para as universidades públicas. Ou faz um movimento contra a superlotação no Presidío do Cucurunã.

Do jornalista Alailson Muniz, sobre o post OAB contra maisena em Alter do Chão.

Comentários

Anônimo disse…
Jeso

O carnaval do Alter do Chão é um manancial de polêmicas. Ano passado os nomes dúbios dos blocos e esse ano a maisena.

O carnaval é a mais espontânea e democrática forma de manifestação do povo brasileiro. Prova maior disso é que só na quadra momesca pobre e ricos (se é que isso ainda existe no país), brancos e negros, heteros e homosexuais ... se misturam sem qualquer preconceito. Assim, soa realmente estranho qualquer movimento que vise reprimir o que quer que seja em seu contexto, logicamente, tal fato não excluiu a adequação da brincadeira com base em questões específicas, como a saúde, por exemplo, o que justificaria a proibição de determinados produtos como o trigo e os sprays como já fez Óbidos, segundo informação de leitor do blog. Contudo, o estilo do carnaval de Alter do Chão não pode mudar sob pena de descaracterizá-lo e, por via de conseqüência, extingui-lo.

Ademais, comungo com o ponto de vista de que a OAB tem atribuições mais importantes a se ocupar, até porque, e isso seria bom verificar, não se tem notícias de que tenha havido qualquer reclamação de quem quer que seja junto às autoridades policiais por ter sido alvo de um “banho” de maisena.

Por outro lado, conhecendo a seriedade da Drª. Ana Calderaro, certamente a opinião emitida foi quanto cidadã e não quanto Presidente da Subseção da OAB em Santarém, o que da a ela todo direito de expô-lo.

Por fim que se esclareça, a OAB não tem qualquer ingerência sobre os cursos de direito em atividade no país, pelo que não se deve imputar a ela qualquer culpa pelo sucateamento do curso do Campus da UFPA em Santarém, ao contrário, a OAB promove constantes estudos e pesquisas sobre o assunto, o que tem gerado relatórios, como o que foi recentemente publicado que indica quais os cursos recomendados, no qual, infelizmente, não consta nenhum dos três de Cursos Ministrados em Santarém.

Sugiro, para encerrar a polêmica, que a Coordenadoria de Cultura do Município ou a quem quer que organize o evento, que aproveite a experiência de Óbidos sobre o assunto e estipule as regras para o próximo Carnaval, contudo, garantido, pelo menos, a maisena já que pelo visto ela é a alegria do povo.

André Cavalcante
Anônimo disse…
Então tu comungas "in totum", também, André?