Canto 18

Todas as 18 músicas incluídas no CD Canto de Várzea, 25 anos serão executadas no show que o grupo santareno faz na sexta-feira, 21, no Iate Clube, para o lançamento da obra.

Na ocasião, será gravado o DVD ao vivo, para futura comercialização.

Fundado em 1982, o Canto de Várzea produziu mais de 50 canções ao longo de sua trajetória, cujo ápice se deu em 1977.

O projeto do CD foi idealizado (e conduzido) por João Otaviano Neto, Luiz Alberto “Pixica”, Antonio “Rolinha” Dezincourt, Floriano Cunha, Eduardo Serique, Edmar Rosas, Anderson Dezincourt, Jair Pedroso, Nilson Vieira e Everaldo Martins Filho.

Comentários

Anônimo disse…
É tudo plágio. Pura imitação de música nordestina. Não que a música nordestina seja desprezível, mas só fica bem quando feita por quem vive a realidade de nossos irmãos do nordeste. A realidade amazônica é outra. O CD não tem criatividade. É o retorno a um passado insosso, sem tradição e sem rumo. Até o nome do grupo é falso. Ninguém é da várzea. Essa turma não sabe o que é isso. É gente urbana. Muitos sairam daqui e foram para capitais.
Enfim, não há o que festejar, mas deplorar por essa pantomina totalmente decadente e desmiolada.
Ah! ia me esquecendo. O grupo tem tanta gente que o revela mesmo que aconteceu: de vez em quando uns e outros iam saindo, porque não aguentavam mais tanta besteira. Se fossem reunir todo mundo que passou pelo "DesenCanto da Várzea", dava para encher o Barbalhão... Viva a mediocridade!
Anônimo disse…
Primeiro o sujeito que escreveu como anônimo no dia 21/12/07 - às 21:56 horas, deveria procurar saber o que quer dizer plágio. No dicionário do Aurélio Buarque de Holanda temos: PLÁGIO - ato ou efeito de plagiar; PLAGIAR - apresentar como seu (trabalho intelectual de outrem, imitar (obra alheia). Há também o conceito dos estudiosos da música que relacionam o plágio a tantos compassos iguais de uma música em relação a outra. Isso eu deixo para quem sabe explicar. Mas, voltemos ao "desencantado anônimo" que acha que vivemos isolados do mundo e que por isso não devemos sofrer influência da música nordestina. Ora, a música é algo universal e sendo assim é óbvio que a música do Beto Paixão sofreu, sofre e sofrerá influência nordestina, sulista ou de qualquer parte do mundo e isso não diminui em nada a sua expressão e o seu valor musical. O Beto mesmo faz questão de afirmar suas raízes nordestinas. Não precisa, como pensa o "rancoroso anônimo", o poeta vivenciar a realidade de um lugar para escrever um belo poema; muitas vezes basta uma foto ou um simples pensamento para que transcenda a realidade. Ainda absurdamente o tal anônimo cita "o retorno a um passado insosso, sem tradição e sem rumo", só se for o passado dele e, como psicólogo amador, vejo nessa frase um sujeito recalcado, reprimido e repleto de complexos, que precisa de ajuda profissional para tratar seus traumas. A nossa vivência no Canto de Várzea, e ouso falar pelo Grupo, foi e continua prenhe de temperos musicais diversos, honrando nossa cultura e tradição amazônica e num rumo insistentemente certo. O anônimo ignorante fala que "Até o nome do grupo é falso. Ninguém é da várzea", aqui até um ateu diria "pelo amor de deus!", é querer colocar problema onde não há, é querer dizer, por exemplo, que o prédio da Prefeitura de Santarém não pode chamar-se Palácio Jarbas Passarinho porque este não mora em Santarém e muito menos no tal palácio. Ora, tenha dó "complexado anônimo". Por fim diz o "desmiolado anônimo" ser o Canto de Várzea decadente. Mas, foi esse memo Canto que colocou nas dependências do Iate Clube oitocentas pessoas (800 pessoas), inclusive esse "anônimo maluco" que ao invés de ficar assistindo ao show ficou conferindo quem saía do Iate. Pode? Mas tudo isso eu compreendo. Alguns indivíduos mantém um ressentimento de mágoa profunda com relação ao sucesso alheio e levam tão a sério esse rancor que chegam às raias da disseminação da discórdia e da intriga e, o que é pior, se deleitam com isso, alimentam-se disso. Como "tapurus", alimentam-se do lodo da inveja, da dissimulação, do preconceito barato e do anonimato destruidor do bem. Certamente que a maioria dos santarenos, que é movida pelo bem, pelo respeito às diferenças, pelo respeito às diversas culturas e principalmente pelo respeito ao trabalho e ao esforço alheio, não se deixa influenciar por pessoas inescrupulosas, cheias de complexos e traumas e que passam a vida toda trabalhando para destruir tudo ao seu redor e que desejam sempre o mal pra todo mundo. Essas pessoas pessimistas, rancorosas e mal amadas levam a sério o "quanto pior pros outros, melhor pra mim". Uma pena. São lutas como a do Canto de Várzea, que há 25 anos vem resistindo, é que devem nos orgulhar. Por isso tenho certeza que o Canto de Várzea continuará incomodando os pessimistas de plantão, os "olhos gordos", enfim, os BUNDÕES. Logo, logo o Canto de Várzea lançará o seu DVD e lá estarão aqueles que torcem e gostam do trabalho do grupo. Com certeza será SUCESSO!!!
ANDERSON DEZINCOURT
Anônimo disse…
Ó Anderson, pára de dizer besteira.
É muito divagação num texto só.
A velha técnica de desqualificar o interlocutor é mais antiga e suspeita do que a tia Gó. Simples falta de argumento. Portanto, haja porrada, ofensas e disparates.
Todo mundo sabe, sim, o que é plágio. Exemplo perfeito são essas musiquinhas no CD "Canto da Várzea", um horror. Que cedezinho mais furado. Assim, sou obrigado a dizer que prefiro a Joelma do calipso ou até o Anormal do Brega, senão coisa pior. Aliás, pior mesmo só esse CD que tu enalteces, como elogio em boca própria. Assim não vale.
Mas tem gente que não sabe conviver com a crítica. Só com o elogio.
Sucesso não é apenas imaginar e apregoar que existe.
Se eu pudesse, compraria todo o estoque desse CD. Sabe pra quê? Pra jogar fora, entornar no lixo ou pra dar de esmola, pra reciclar. Faria tudo. Menos ouvir esses plágios indecentes.
É todo mundo puxa-saco do Everaldinho. Bastou ele chegar ao poder, que as vacas vão atrás.
Nesse grupinho ninguém se salva, mano.
Se este país fosse sério, esses plágios escancarados já tinham posto toda essa turma na cadeia.
Enfim, para o "Canto..." vale a filosofia do Chacrinha: ninguém cria, só copia!
Esse é o só-cesso do CD (Cópia Descarada).
Anônimo disse…
Assino em baixo, com todos os FF e RR.
Anônimo disse…
Ué!
Se o Canto da Várzea foi fundado em 1982 e se o ápice da trajetória do grupo ocorreu em 1977, como está na notícia, o caminho do grupo transcorreu de trás pra frente. Retrocedeu no tempo.
Foi isso mesmo?
Então, está explicado o fracasso desse movimento ultrapassado.