
O processo é inédito na comarca de Santarém.
Chico chegou a passar alguns dias na penitenciária de Cucurunã, ano passado, por dirigir uma F-250, tendo a bordo uma aparelhagem que, ligada, propagava quase 90 decibéis de pura agressividade aos tímpanos.
Foi solto. Mas a ação penal contra ele tramita nesta comarca. E, por ter caído na área do juiz Gabriel Veloso, o moto-contínuo da magistratura santareno-ximanga, deve ter desfecho rápido.
O advogado do réu é Márcio Sousa.
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Atualizado às 13h
O blog foi informado há pouco que o advogado Márcio Sousa não cuida mais do presente caso. Foi parar nas mãos da Defensoria Pública.
Comentários
Bem aguda.
Assim, quem sabe, ele e os outros "mauricinhos" que adoram fazer barulho na orla (de Santarém e Alter do Chão) entendam que o que pra eles em abundância é prazer, para os seres normais e cidadãos civilizados é tormento.
Seria a decretação unilateral da "lei do silêncio" para o boyzinho acostumado a transgredir e ter o papai sempre passando-lhe a mão na cabeça.
Que o "anjo" Gabriel o ilumine!
Ervilson Inato Jr.
Ainda assim direi: ah, se o dr. Leonel te pega!!
Santareno adotivo
Concordo plenamente com você, o problema é que o órgão que deveria coibir estes abusos é o primeiro a usar do mesmo recurso. O ISAM - Instuto Socio-Ambiental realizou há algum tempo um verdfadeiro barulhaço na orla adivinhe para que: CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL!!! Faz-me rir!
Em Alter do Chão tem uma placa do ISAM na praça N. S. da Saúde que diz que é proibida a poluição sonora, mas os carros dos boyzinhos param na orla toda e arrebentam nos decibéis, sem que nenhum PM mova um dedo!
Apelar para quem?
Que o "Chico Aparelhagem" seja condenado, para que os outros acreditem no efeito Orloff ("Eu sou você amanhã").
Eervilson Inato Jr.