Enfim

Fato raro em se tratando de botos de Alter do Chão, o TCM (Tribunal de Contas dos Municípios) aprovou as contas de um deles: o Cor de Rosa.

O sinal verde foi para a prestação de contas de um convênio firmado entre a agremiação e a Semed (Secretaria de Educação)/Santarém em 2001, no valor de R$ 30 mil.

Joel Coelho, ordenador de despesas à época, era quem tinha as chaves do cofres róseo.

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