Pensata

(...) Numa fase de minha vida, a partir da infanto-adolescência até os primeiros anos de minha juventude, ardentemente desejei o sacerdócio, para ser um artífice da promoção da paz entre os homens. Acreditava piamente, e naquela crença fazia profissão de fé: a minha missão vocacional estava destinada à consagração religiosa.

Minha crença vocacional estava assentada na idéia do servir, despojadamente, como gratidão a Deus pela vida benignamente a mim premiada, depois da superação um dilema de quase morte, a mim imposto já nas primeiras semanas de vida intra-uterina.

Não conseguiu concretizar o ideal sacerdotal. (...)

Trecho do novo artigo (O juiz e a vocação) de Océlio Morais, juiz federal do trabalho e articulista deste blog.

Ele escreve todas as sextas-feiras neste sítio.

[Clique aqui], para lê-lo. Não deixe de fazer comentários.

Comentários