Angústia ambiental
Olhando nos olhos
Deixe o coração arder
Experimente...
Como esquecer, sendo humano eu e você?
Mede o medo
Arranha o segredo de possuir o céu
De começar a sentir o véu da noite escura
E Segura o pão
O teu hoje não sabe o amanhã
O teu silêncio calou o grito
E o agito do império da morte
Roubou a sorte que julgavas Ter
Onde está a árvore verde que te viu nascer?
Despediu-se do ar
Foi ao mar enfeitar algum lar distante daqui
Ficou o lugar
Aberto no chão
Feito um caixão
E a presença era vaga
Os olhos cerrados
Dinheiro guardado nas mãos do patrão
E bem calado procura a razão...
Quem ficará para ver o teu céu sem o azul
Tuas matas sem vida
Teus igarapés sem os peixes
Tua terra sem coração...???
Sem você...
----------------
De Vilmar Locatelli, poeta, atualmente residente em Brasília. Este poema foi criado em 2001, em Santarém.
Olhando nos olhos
Deixe o coração arder
Experimente...
Como esquecer, sendo humano eu e você?
Mede o medo
Arranha o segredo de possuir o céu
De começar a sentir o véu da noite escura
E Segura o pão
O teu hoje não sabe o amanhã
O teu silêncio calou o grito
E o agito do império da morte
Roubou a sorte que julgavas Ter
Onde está a árvore verde que te viu nascer?
Despediu-se do ar
Foi ao mar enfeitar algum lar distante daqui
Ficou o lugar
Aberto no chão
Feito um caixão
E a presença era vaga
Os olhos cerrados
Dinheiro guardado nas mãos do patrão
E bem calado procura a razão...
Quem ficará para ver o teu céu sem o azul
Tuas matas sem vida
Teus igarapés sem os peixes
Tua terra sem coração...???
Sem você...
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De Vilmar Locatelli, poeta, atualmente residente em Brasília. Este poema foi criado em 2001, em Santarém.
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