Filosofia Amazônica
Vou tocar tambores em ritual caboco
A valores modernos que busco desde antigamente.
Vou buscar respostas no brega, no chique
Onde encontrar vida, alegria.
Vou achar acerto no erro
Como um Kant paladino.
Buscarei um Sartre na inveja
E um Platão em megabytes.
A anarquia francesa está em mim
E um verso de Cora Coralina transcenderá o pulso.
Nietzche canta a liberdade
Marx faz revolução
Vem Florbela Espanca a minha face
Essa minha indecisão
Eu que quero tanto
"Só sei que nada sei".
Eu que quero um manto
Um tanto dialético fiquei
Ao ver um mundo
De Platão a Bill Gates
Em solo uníssono.
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De Anderson Dezincourt, compositor e poeta santareno.
Vou tocar tambores em ritual caboco
A valores modernos que busco desde antigamente.
Vou buscar respostas no brega, no chique
Onde encontrar vida, alegria.
Vou achar acerto no erro
Como um Kant paladino.
Buscarei um Sartre na inveja
E um Platão em megabytes.
A anarquia francesa está em mim
E um verso de Cora Coralina transcenderá o pulso.
Nietzche canta a liberdade
Marx faz revolução
Vem Florbela Espanca a minha face
Essa minha indecisão
Eu que quero tanto
"Só sei que nada sei".
Eu que quero um manto
Um tanto dialético fiquei
Ao ver um mundo
De Platão a Bill Gates
Em solo uníssono.
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De Anderson Dezincourt, compositor e poeta santareno.
Comentários
Que belíssimo poema. Pelo que senti, já nasceu com a música. Estás cada vez melhor, cabôco, como o "vinho".
Ou ainda como diria o Caetano Veloso: "Gente é pra bilhar/ não pra morrer de fome".
Beijos no teu coração, cabo!
Samuca
Floripa
João Carlos
Posso musicar a letra? Ra'ra'ra' !! Também fiquei com ciume dos caras da letra, como disse o mano Flô, mas tudo bem!
Beijos no coração,
Celson
Tavas inspirado caboco...a prof. Zuzu não tem nada a apontar, a não ser dar-te os parabéns..rs.
Beijinhos grandes!
Kátia Maciel
ANDERSON DEZINCOURT.