A moratória de dois anos na compra de soja de áreas desmatadas da Amazônia por parte de exportadores de grãos é curta demais para ter efeito prático, afirmou ontem o grupo ambientalista Greenpeace.
Segundo a ONG - um dos principais atores na pressão contra revendedores de soja amazônica -, a maioria das terras com árvores derrubadas em 2006 só vai estar com soja para colheita depois do fim da moratória.
"Nada impede que um produtor que vai plantar soja daqui a três anos deixe de desmatar agora", diz Paulo Adário, diretor da campanha do Greenpeace para a Amazônia.
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Segundo a ONG - um dos principais atores na pressão contra revendedores de soja amazônica -, a maioria das terras com árvores derrubadas em 2006 só vai estar com soja para colheita depois do fim da moratória.
"Nada impede que um produtor que vai plantar soja daqui a três anos deixe de desmatar agora", diz Paulo Adário, diretor da campanha do Greenpeace para a Amazônia.
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Fonte: Folha Online
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