A delegacia local do Sinpro/PA (Sindicato dos Professores do Pará) resolveu jogar mais pesado ainda com o Iles/Ulbra.
Ontem, propôs reclamação na 1a Vara do Trabalho em Santarém pedindo, entre outras coisas, que a Polícia Federal abra inquérito para apurar a prática de crime contra a organização do trabalho que estaria sendo "contumazmente" praticado pela instituição.
Solicitou ainda que a "rotina odiosa" de violação da legislação trabalhista seja comunicada à Procuradoria Federal do Trabalho (8a Região), com sede em Belém.
No final de 2004, o Iles/Ulbra foi autuado pelo Ministério do Trabalho por 170 violações da Convenção Coletiva de Trabalho dos Professores, sendo executada na 1a Vara do Trabalho pela importância de 340 mil reais - processo n° 0143.2005.109.08.00-3.
Ontem, propôs reclamação na 1a Vara do Trabalho em Santarém pedindo, entre outras coisas, que a Polícia Federal abra inquérito para apurar a prática de crime contra a organização do trabalho que estaria sendo "contumazmente" praticado pela instituição.
Solicitou ainda que a "rotina odiosa" de violação da legislação trabalhista seja comunicada à Procuradoria Federal do Trabalho (8a Região), com sede em Belém.
No final de 2004, o Iles/Ulbra foi autuado pelo Ministério do Trabalho por 170 violações da Convenção Coletiva de Trabalho dos Professores, sendo executada na 1a Vara do Trabalho pela importância de 340 mil reais - processo n° 0143.2005.109.08.00-3.
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