Do geólogo e consultor ambiental Jubal Cabral Filho, sobre o último comentário de Carlos Trajano:
Fui ler o meu comentário sobre o ordoxismo ambiental e não consegui verificar nenhum saudosismo em minhas palavras. Sr. Carlos Trajano, não fiz parte dos que emitiram o Relatório do Clube de Roma sobre o meio ambiente. Não fiz nenhum comentário sobre a "ciência do pessimismo" tão defendida pelos economistas Malthus e Ricardo. Não ofendi quem está chegando (minha família e de milhares de outros santarenos vieram de fora). Portanto, acredito que o senhor leu outro cometário e não o meu.
Mas, como o senhor demonstra ter uma cultura avançada proponho a leitura (de novo ser já tiver sido efetuada) das seguintes publicações:
1 - Nosso Futuro Comum - Relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, 1988.
2 - Contra-Discurso do Desenvovlvimento Sustentável -organizado por Marcionila Fernandes e Lemuel Guerra.
O senhor verá que quando discutimos desenvolvimento sustentável, estamos discutindo crescimento ecônomico com responsabilidade social e com distribuição de renda. Que não queremos que os municípios do oeste do Pará atingam o estágio de "Estado Estacionário" da economia, como querem alguns ecologistas alarmistas, mas um estágio de desenvolvimento com proteção ambiental, com a redução da pobreza e com políticas de investimentos sólidos voltados para educação, saúde, habitação e alimentação.
Não duvido que muitos outros investimentos virão na cola da soja, mas queira Deus que não se repita o "lock" que está ocorrendo em certas regiões onde os implementos agrícolas e outros bens duráveis estão "encalhados" por falta de compradores. Se não for feita uma distribuição de renda e o preço internacional da soja cair a níveis alarmantes, quem comprará os carros desta nova distribuidora?
Não existe uma dicotomia entre desenvolvimento e meio ambiente. Sem um, o outro não subsistirá, pode ter certeza!
Fui ler o meu comentário sobre o ordoxismo ambiental e não consegui verificar nenhum saudosismo em minhas palavras. Sr. Carlos Trajano, não fiz parte dos que emitiram o Relatório do Clube de Roma sobre o meio ambiente. Não fiz nenhum comentário sobre a "ciência do pessimismo" tão defendida pelos economistas Malthus e Ricardo. Não ofendi quem está chegando (minha família e de milhares de outros santarenos vieram de fora). Portanto, acredito que o senhor leu outro cometário e não o meu.
Mas, como o senhor demonstra ter uma cultura avançada proponho a leitura (de novo ser já tiver sido efetuada) das seguintes publicações:
1 - Nosso Futuro Comum - Relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, 1988.
2 - Contra-Discurso do Desenvovlvimento Sustentável -organizado por Marcionila Fernandes e Lemuel Guerra.
O senhor verá que quando discutimos desenvolvimento sustentável, estamos discutindo crescimento ecônomico com responsabilidade social e com distribuição de renda. Que não queremos que os municípios do oeste do Pará atingam o estágio de "Estado Estacionário" da economia, como querem alguns ecologistas alarmistas, mas um estágio de desenvolvimento com proteção ambiental, com a redução da pobreza e com políticas de investimentos sólidos voltados para educação, saúde, habitação e alimentação.
Não duvido que muitos outros investimentos virão na cola da soja, mas queira Deus que não se repita o "lock" que está ocorrendo em certas regiões onde os implementos agrícolas e outros bens duráveis estão "encalhados" por falta de compradores. Se não for feita uma distribuição de renda e o preço internacional da soja cair a níveis alarmantes, quem comprará os carros desta nova distribuidora?
Não existe uma dicotomia entre desenvolvimento e meio ambiente. Sem um, o outro não subsistirá, pode ter certeza!
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