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Jeso Carneiro

Santarém (Tapajós, Amazônia) e cercanias - fatos, fotos e opiniões.



segunda-feira, janeiro 21, 2008

Proibição

No coluna Repórter Diário (Diário do Pará), hoje:

A prefeitura de Nova Iorque decidiu que não usará mais madeira nativa da Amazônia para confeccionar bancos e deques de madeira para os parques, praias e praças da cidade. Em 60 dias, a comissão de parques e jardins nova-iorquina dirá o que vai substituir suas compras de madeira amazônica.

1 Comentarios:

Anonymous Anônimo Disse...

" Figuroes" da nossa politica precisam sair em defesa dessa equivocada decisao. Entendemos a intencao de promover esforcos para conter a destruicao da maior floresta tropical do planeta .

Soube pela imprensa que o PPG7 (Programa Piloto Para Preservacao da Floresta Tropical , patrocinado pelo grupo dos 7 paises mais ricos), reuniu-se para avaliar os resultados e proceder os avancos nessa area de desenvolvimento social e economico de comunidades tradicionais ,( como na FLONA-Tapajos por exemplo), utilizando os produtos florestais madeireiros ou nao, oriundos de fontes de manejo florestal sustentavel.

A Amazonia paraense tem milhoes de hectares de terras alteradas fruto das politicas equivocadas para sua ocupacao.Nestas terras onde vivem milhoes de “brasileiros”, hoje conseguimos visualizar uma nova forma de producao passando por um processo de recuperacao desses solos, no que as tecnicas de reflorestamento tem auxiliado consideravelmente essa biodinamica .
Quando se planeja uma floresta, procura-se desenha-la com especies que vao desde a retencao de nitrogenio no solo , passando pelas arvores destinadas a energia, fonte proteica e vitaminica para alimentacao humana e animal, fins medicinais, paisagismo e , dentre tantas outras, a madeira para a construcao.

Ao generalizar que nao mais comprara madeira da Amazonia, a prefeitura de NYC generaliza e por isso erra. Dessa forma englobou-se tambem a materia prima chamada de origem boa e politicamente correta que sao as oriundas dos reflorestamentos em areas alteradas da Amazonia. Erra tambem porque ao dizer que nao comprara mais madeira Amazonica para construir bancos de pracas, deques , etecetera, dessa cidade que e a " capital do mundo" porque nos veda acesso ao desenvolvimento economico e social amazonico sem diferenciar o bom do “ meno male” , influenciando de forma negativa a opiniao publica Americana que nao esta tao ciente das politicas patrocinadas pelo seu Pais n’quela regiao do globo.

Comprem-nos ( bancos de praca, deques ou decks, casas, pau para fazer bonecos e Caras ou o que quer que seja feito aqui da Amazonia, de boa procedencia e certificados, com valor agregado, que gere empregos e mao-de-obra qualificados, que gerem impostos.

Emfim, que gerem perspectivas para quem vive e aqui luta nessa terra onde todo mundo da “ teco” e e ninguem resolve nada.
Que se manifestem em defesa de um setor produtivo , mesmo polemico mas fundamental a nossa balanca comercial que sem duvida alguma e problematico mas que deve ser tratado com a devida particularidade que merece e nao a generalizacao como solucao.
Dessa vez o “ mico” veio do Central Park

21 janeiro, 2008 15:07  

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