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Jeso Carneiro

Santarém (Tapajós, Amazônia) e cercanias - fatos, fotos e opiniões.



sábado, janeiro 12, 2008

Eixão como exemplo

Da leitora Kátia da Silva Portela, "santarena residente em Brasília", sobre o artigo Pelo bosque, vamos à luta, de Edilberto Sena:

A par da bem lançada argumentação, vazada no texto de Edilberto Sena, tenho que a criação de áreas públicas com cobertura florística é fundamental para uma cidade como Santarém. Levadas a efeito, afastar-se-ia, além do calor e falta de espaços de lazer para a população, também o paradoxo de que, apesar de localizada no coração da Amazônia, a área urbana de Santarém tem bem menos árvores que uma única avenida de Brasília, o Eixo Rodoviário Central (o chamado Eixão).

Caso fossem apresentados bons projetos (tais como praças com mais verde de árvores que cinzento de cimento), para a mesma finalidade, deveriam ser destinadas as áreas urbanas de propriedade da União.

Nesse caso, dessumindo-se, restaria vencida a resistência administrativa do Exército em restituí-las à Municipalidade. Se por hipótese, ainda sobejasse recalcitrância, por, parte do Poder Público, seria mesmo o caso de conferir-se concreção a tais idéias com atuação do Poder Judiciário
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5 Comentarios:

Anonymous Anônimo Disse...

Katia, a sua ideia eh tao boa que beira o obvio ululante, so o incompetente governo da cidade eh que nao ve isso.

12 janeiro, 2008 12:23  
Anonymous Ricardo Ci Reis Disse...

Apoiadíssima, Dra. Kátia Portela. Seu post é vicejante e contrapõe-se as velhas e amareladas idéias da política tradicional santarena. Verde que te quero já!!

12 janeiro, 2008 12:27  
Anonymous Anônimo Disse...

Se por hipótese, ainda sobejasse recalcitrância, levadas a efeito, afastar-se-ia concreção em restituí-las à Municipalidade com cobertura florística.

Tecla SAP.: Santarém tem menos planta que Brasília e não temos nenhum projeto pra arborizar a cidade nem criar parques. Se fizerem algo que preste, o exército não pode vir com frescura, senão vai pra justiça.

Gente coisa é outra fina!

12 janeiro, 2008 15:04  
Anonymous Anônimo Disse...

Pois é, D. Kátia... mas morar nessa ilha da fantasia que é Brasília e daí, de muito longe, sugerir ou criticar é fácil. De qualquer forma, sua idéia é boa e merece ganhar eco em nossa comunidade.

13 janeiro, 2008 10:53  
Anonymous Anônimo Disse...

Eu também como santareno e brasiliense por adoção,
resido em Brasília há 20 anos, concordo com a srª Kátia, e ainda discordo do anônimo das 10:53, em dizer que Brasília é uma ilha da fantasia. È sim uma cidade organizada, embora, alguns governantes não a tenham cuidada como ela deveria.
Adoro Brasília onde consegui me formar e criar minha família usufruindo do melhor IDH do Brasil, e como santareno queria que a minha cidade, Santarém, também tivesse pelo ao menos o mínimo daqui, pois pretendo assim que me reformar, retornar a minha Santarém.
Não julguem a cidade de Brasilia pelos políticos que os brasileiros mandam pra cá, não fomos nós daqui que os escolhemos, simplesmente a cidade os acolhem.
Há um ano estive em santarém, depois de 18 anos fora, e alguns amigos de santarém, me pediram pra fazer a minha avaliação sobre santarém, e digo, minha avaliação não foi das melhores, lixo nas ruas, esgoto a céu aberto, trânsito caótico, ruas mal-sinalizadas,sem acostamentos, sem calçadas para que as pessoas possam ir e vir, recursoa naturais mal cuidados, vejam só os esgotos sendo jogados diretamente no Rio Tapajós, o maior patrimônio de santarém, não dá para aceitar.
Vou lançar uma sugestão aos santarenos, cobrarem das autoridades de trânsito que instalem as faixas de pedestre,para que as pessoas possam atravessar as ruas com total segurança, da mesma forma como ocorrem aqui em brasília, pois desde as séries iníciais as crianças aprendem que para atravessar as ruas devem fazê-las usando as faixas, e pasmem os motoristas obedecem e param para dar passagem ás pessoas. Queria que na minha próxima volta a Santarém, pudesse ver esse direito a vida respeitado, e não mais ver o olhar surpreso do meu filho de 07 anos, quando nós íamos atravessar a av. Tapajós e procuramos uma faixa, mas nenhum motorista nos deu passagem, e ele na sua inocência me perguntou se naquela cidade os motoristas não param na faixa de pedestre para as pessoas passarem; Santarém também tem direito de ter esse privilégio, como os brasilienses também tem, e todos falam com orgulho disso. Santarém meresse.
Gervásio - Brasília-DF

16 janeiro, 2008 15:49  

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