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Jeso Carneiro

Santarém (Tapajós, Amazônia) e cercanias - fatos, fotos e opiniões.



sexta-feira, agosto 31, 2007

Destinatário: Cassel

* Quem cometeu os graves erros apontados pelo MPF, a superintendência do Oeste do Pará? A presidência do Incra?

* Por que não foram feitos os projetos de manejo florestal comunitário, capacitando e dando aos assentados condições de gerenciar sua própria área, uma vez que a terra foi destinada a eles e não aos madeireiros?

* Por que o Incra iniciou tantos assentamentos sem concluir nenhum deles, como pede a reforma agrária correta?

Essas são algumas das indagações feitas na carta remetida, essa semana, ao ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário) pela Rede de Comissões de Justiça e Paz, ligada à Igreja Católica, a propósito das recentes denúncias, repercutidas pela imprensa brasileira e internacional, sobre a criação de assentamentos irregulares no oeste paraense, patrocinado pelo Incra/Santarém.

O padre Edilberto Sena faz mênção à carta no artigo publicado ontem aqui no blog.

2 Comentarios:

Anonymous Anônimo Disse...

Deixa eu lhe dizer uma coisa não é a onda só dos madereiros,a questão de se formar os assentamentos,são os recursos que ~sao liberados para comprars aos assentados que fica o percentual financeiros do comercio para o superentende do incra se o MPF,for afundo no caso do assentamneto de JURUTI VELHO,que não existe fão deparar com a grande robalheira do dinheiro publico,lá é que está a robalheira,pergunto ao INCRA onde est´s os 1200,00 que ficaram dos assentados,multiplique isso por 1300,familias e veja quanto ficaram desses pobre cuitados,quando se aprocima as eleições começam a fazer comprars para os assemntados por causa das eleições

31 agosto, 2007 15:47  
Anonymous Anônimo Disse...

Até agora a rainha da Inglaterra, Pedro Aquino, continua viajando. Certamente, como seu chefe Lula, ele não sabia de nada. Encontrará um ou outro bode expiatório onde colocará toda a culpa e "bola pra frente". Certamente com a cumplicidade da direção do Incra e do MDA. Apostarão no tempo e impunidade para passar uma borracha em tudo. E a decisão do juiz que fala em crime e improbidade administrativa, não será levanda adiante; esperemos. Mas acho que ainda tem muita sujeira naquele tapete. Que tal investigar as empresas que prestam serviços para o Incra e a promíscua relação de nepotismo entre tercerizados e estagiários com alguns funcionários. Que tal verificar quem são os funcionários que vivem viajando de diárias pagas com dinheiro público e ficam na cidade com os carros também pagos com dinheiro público, para cima e para baixo. Que tal verificar a relação do Sr. Pedro Aquino com alguns supermercados e lojas e material de construção. Se os madeireiros são os assentados, estes comerciantes são os beneficiados pelos créditos do Incra, com pontinhas para as campanhas políticas. E que tal ir até a divisão de convênios do Incra. E que tal levantar onde as estradas estão sendo feitas. E que tal analisar o convênio do Incra com o exército.E que ir nas Unidades Avançadas. Lá sim é que a sujeira é grande. Ainda tem os funcionários-fantasmas, as viagens fantasmas... O Sr. Pedro Aquino e seus fiéis mandatários transformaram o Incra numa máquina ineficiente, corrupta e a serviço do fortalecimento do PT e seus novos aliados. Só não vê, quem não quer.

02 setembro, 2007 19:05  

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