É de leão a fome de verbas públicas do deputado federal e ex-prefeito de Santarém Lira Maia.
Diferente da maioria dos novatos da Câmara dos Deputados, o parlamentar do PFL avançou faminto sobre a verba indenizatória no primeiro mês de mandato.
Gastou quase todos os R$ 15 mil, teto que a Casa paga ao parlamentar para ressarcimento de despesas feito por ele no mês.
Paulo Maluf (PP-SP), que voltou à Câmara, não utilizou, por exemplo, nenhum centavo da verba. Nem ele e nem Antonio Palocci. O deputado e costureiro Clodovil Hernandez (PTC-SP) pediu de volta em fevereiro apenas R$ 50, para ressarcir gastos com combustível e óleo lubrificante, segundo informações colhidas no site da Câmara.
O deputado santareno alegou gastos com aquisição de material de expediente (R$ 208,88), combustível e lubrificantes (R$ 4.500,00), além de locomoção, hospedagem e alimentação (R$ 6.977,75), o que totaliza R$ 11.686,63.
Em janeiro, quando a Câmara estava em recesso, Lira Maia apresentou nota para ressarcimento no valor de apenas R$ 100, gastos com combustíveis e lubrificantes.
Líder absoluto
Nenhum dos deputados novatos do Pará gastou tanto quanto Lira Maia no quesito verba indenizatória em fevereiro.
Lúcio Vale (PR), por exemplo, não torrou nenhum centavo dos R$ 15 mil. Os gastos da deputada Bel Mesquita (PMDB) não chegaram a R 1 mil. Beto Faro (PT), outro estreante no parlamento federal, apresentou nota de ressarcimento de pouco mais de R$ 3 mil.
Em relação aos antigos, Lira Maia bate em vários deles. Está à frente de Jader Barbalho (PMDB), Giovanni Queiroz (PDT), Paulo Rocha (PT), Wladimir Costa (PMDB), entre outros.
Extinção
O uso da verba indenizatória é autorizada pela Câmara para ressarcimento de gastos com combustível, hospedagem, alimentação e outras despesas pessoais dos parlamentares. Os recursos são questionados porque muitos deputados acabam incorporando os R$ 15 mil aos salários de R$ 12.847,20.
Alguns parlamentares defendem a extinção da verba indenizatória caso os salários sejam equiparados aos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), o que equivale a um reajuste de 91%, mas essa discussão foi interrompida devido a repercussão negativa do reajuste.
Diferente da maioria dos novatos da Câmara dos Deputados, o parlamentar do PFL avançou faminto sobre a verba indenizatória no primeiro mês de mandato.
Gastou quase todos os R$ 15 mil, teto que a Casa paga ao parlamentar para ressarcimento de despesas feito por ele no mês.
Paulo Maluf (PP-SP), que voltou à Câmara, não utilizou, por exemplo, nenhum centavo da verba. Nem ele e nem Antonio Palocci. O deputado e costureiro Clodovil Hernandez (PTC-SP) pediu de volta em fevereiro apenas R$ 50, para ressarcir gastos com combustível e óleo lubrificante, segundo informações colhidas no site da Câmara.
O deputado santareno alegou gastos com aquisição de material de expediente (R$ 208,88), combustível e lubrificantes (R$ 4.500,00), além de locomoção, hospedagem e alimentação (R$ 6.977,75), o que totaliza R$ 11.686,63.
Em janeiro, quando a Câmara estava em recesso, Lira Maia apresentou nota para ressarcimento no valor de apenas R$ 100, gastos com combustíveis e lubrificantes.
Líder absoluto
Nenhum dos deputados novatos do Pará gastou tanto quanto Lira Maia no quesito verba indenizatória em fevereiro.
Lúcio Vale (PR), por exemplo, não torrou nenhum centavo dos R$ 15 mil. Os gastos da deputada Bel Mesquita (PMDB) não chegaram a R 1 mil. Beto Faro (PT), outro estreante no parlamento federal, apresentou nota de ressarcimento de pouco mais de R$ 3 mil.
Em relação aos antigos, Lira Maia bate em vários deles. Está à frente de Jader Barbalho (PMDB), Giovanni Queiroz (PDT), Paulo Rocha (PT), Wladimir Costa (PMDB), entre outros.
Extinção
O uso da verba indenizatória é autorizada pela Câmara para ressarcimento de gastos com combustível, hospedagem, alimentação e outras despesas pessoais dos parlamentares. Os recursos são questionados porque muitos deputados acabam incorporando os R$ 15 mil aos salários de R$ 12.847,20.
Alguns parlamentares defendem a extinção da verba indenizatória caso os salários sejam equiparados aos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), o que equivale a um reajuste de 91%, mas essa discussão foi interrompida devido a repercussão negativa do reajuste.
Com informações da Folha de S. Paulo
(Continua abaixo)
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